Só por esporte ou diversão? A banda Apanhador Só está compartilhando gratuitamente para download o seu novo álbum, entre no site www.apanhadorso.com e faça o download. O link também vem com alguns extras, lista de música, letras e cards! Em pleno horário nobre.
3. LÁ EM CASA TÁ PEGANDO FOGO (Alexandre Kumpinski)
3. LÁ EM CASA TÁ PEGANDO FOGO (Alexandre Kumpinski)
4. DESPIRCAR (Alexandre Kumpinski / Ian Ramil)
4. DESPIRCAR (Alexandre Kumpinski / Ian Ramil)
5. LÍQUIDO PRETO (Alexandre Kumpinski / Rafael Penteado)
5. LÍQUIDO PRETO (Alexandre Kumpinski / Rafael Penteado)
6. NÃO SE PRECIPITE (Alexandre Kumpinski / Felipe Zancanaro / Martin Estevez)
6. NÃO SE PRECIPITE (Alexandre Kumpinski / Felipe Zancanaro / Martin Estevez)
7. ROTA (Alexandre Kumpinski / Ian Ramil)
7. ROTA (Alexandre Kumpinski / Ian Ramil)
08. TORCICOLO (Alexandre Kumpinski)
08. TORCICOLO (Alexandre Kumpinski)
09. NADO (Alexandre Kumpinski / David Soares)
09. NADO (Alexandre Kumpinski / David Soares)
10. POR TRÁS (Alexandre Kumpinski)
10. POR TRÁS (Alexandre Kumpinski)
11. REINAÇÃO (Alexandre Kumpinski)
11. REINAÇÃO (Alexandre Kumpinski)
12. CARTÃO POSTAL (Alexandre Kumpinski / Felipe Zancanaro)
12. CARTÃO POSTAL (Alexandre Kumpinski / Felipe Zancanaro)
ANTES QUE TU CONTE OUTRA(2013)
1. MORDIDO
2. VITTA, IAN, CASSALES
3. LÁ EM CASA TÁ PEGANDO FOGO
4. DESPIROCAR
5. LÍQUIDO PRETO
6. NÃO SE PRECIPITE
7. ROTA
8. TORCICOLO
9. NADO
10. POR TRÁS
11. REINAÇÃO
12. CARTÃO POSTAL
Faz tempo eu tô com azia, durmo mal, tenho alergia. Quando acordo, nem bom dia, e a ducha fria ainda me dói. Em atraso permanente escolho a roupa, escovo os dentes, abro a porta da frente e a luz do dia me corrói. Então eu me pergunto, quando sobra algum segundo em que eu reflito sobre o mundo, se funciona e coisa e tal, concluo que tá preta a situação, pra lá de azeda, o leite que ainda sai da teta nem sequer é integral, desesperado eu penso em gargalhar, mas decido respeitar a minha dor, talvez seja melhor despirocar. De vez, talvez, de vez. Talvez, de vez. No bus eu subo afoito, engolindo algum biscoito acotovelo logo uns oito, eu tô cansado e vô sentar, depois do chacoalhaço, tô no trampo e um palhaço mesmo me vendo um bagaço, já começa a me ordenhar, digito, atendo o fone, meio dia eu sinto fome me levanto sem meu nome e vou pra fila do buffet, depois de dois cigarros, acomodo o meu pigarro, me reponho de bom grado e termino o afazer. Cansado eu chego em casa, o willian bonner me afaga, me contando alguma fábula de algo que ocorreu, requento qualquer rango, cambaleio até o meu canto, ainda nem fechei o tampo e o meu corpo adormeceu. Desesperado eu penso em gargalhar, mas decido respeitar a minha dor. Talvez seja melhor despirocar.
O que você faria com um dólar, aproximadamente dois reais, por dia? Como viveria? Zach Ingrasci e Chris Temple quiseram experimentar a sensação, não pela aventura, mas para alertar para um fato: é assim que vivem cerca de 1,1 bilhões de pessoas em todo o mundo.
Eles eram dois estudantes de economia da Universidade de Claremont McKenna, na Califórnia, com um percurso normal, até que a ideia lhes preencheu a mente. Zach e Chris partiram pra aldeia de Pena Blanca, na Guatemala, onde estiveram durante 56 dias, juntamente com Sean Leonard e Ryan Christoffersen, que iriam ajudar a documentar a experiência em filme. Os quatro acabaram passando mesmo tipo de privações.
Recorrer ao microcrédito pra poder cultivar é, muitas vezes, a única saída possível.
Durante os 56 dias, a cama foi o próprio chão, apenas com bocados de papelão e alguns cobertores.
Isso significou muitas visitas de todos os tipos de insetos.
Eles ingeriam, em média, 800 a 900 calorias por dia, cerca de metade do valor recomendado.
Os sinais foram se tornando evidentes. Estas duas fotos de Zach têm apenas 10 dias de diferença.
Aqui Chris no primeiro e no décimo dia de viagem.
Todos os dias, eles sorteavam quanto dos 224 dólares que tinham (56 por cada um) iam usar naquele dia, entre 0 e 9.
O sistema utilizado pelos quatro tentou reproduzir a vida da população: nunca ninguém sabe quanto vai ganhar num dia.
Em Pena Blanca, existe apenas uma única fonte de água.
As coisas ficaram realmente difíceis quando Chris contraiu a doença de E. coli e giardíase, uma doença infeciosa no intestino delgado.
Zach também já tinha passado mal com uma infeção intestinal, depois de ter ingerido água contaminada, devido às más condições sanitárias do local. Sem dinheiro pra medicamentos, eles se perguntaram: como é que estas pessoas combatem um imprevisto, como a doença?
A generosidade dos vizinhos, como Rosa, Anthony e Chino, foi o que lhes deu esperança nos momentos mais difíceis.
No último dia, Anthony pediu: “não esqueçam das pessoas de Pena Blanca”.
Eles não esqueceram e embarcaram nessa missão de contar a história pelo mundo inteiro. Criaram também uma organização de microcrédito sem fins lucrativos chamada de Living on One.
Os 56 dólares por pessoa correspondentes (224 ao todo) serviram pra comprar lenha, papel higiênico, arroz, feijão e outro tipo de mantimentos, bem como roupa quente, tenda pra dormir e pra dar uma ajuda no microcrédito a que recorreram pra criar a própria zona de cultivo.
Os quatro querem que o filme chegue pra pessoas que não fazem ideia de como é viver contando os trocados. Ele se chama de “Living on One Dollar” e o trailer pode ser visto abaixo. Os jovens descobriram que não há respostas fáceis para este desafio.
Se quiser saber ainda mais sobre a história desta aventura, ou fazer uma doação, siga o site do projeto. O movimento está também no Facebook.
Underwater Dogs (cachorros embaixo d’água) é uma série de fotografias super divertidas do fotógrafo Seth Casteel. Baseado em Los Angeles, Seth entrega resultados espontâneos e criativos capturando nossos amados amigos de quatro patas em imagens encantadoras. Algumas são muito engraçadas, outra até assustam um pouco, depende do ponto de vista ;)