Marcelo Bielsa – Futbol, capitalismo y valores

Marcelo Bielsa dá suas perspectivas sobre o futebol e sua relação com o capitalismo, com o “mundo dos negócios”, e sobre a valoriazão apenas do resultado, e não do caminho traçado… Mais um ensinamento do ‘louco’ Bielsa.

No Dicionário da Língua Portuguesa, a palavra loucura está ligada com desarranjos mentais, falta de sensatez, demência ou psicose. Já no léxico futebolístico, o nome de Marcelo Bielsa deu uma nova definição para o que é ser louco.

Em 2012, seguia no controle do Athletic de Bilbao, equipe espanhola da região do País Basco, que já demonstrava melhora na qualidade de seu futebol.

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Um dos maiores representantes da escola ofensiva, “El Loco” Bielsa nasceu na cidade de Rosário, no dia 21 de julho de 1955. Curiosamente, apesar de gostar muito de comandar seus times para o ataque, o argentino começou no futebol como zagueiro, aos 22 anos, atuando na equipe do Newell’s Old Boys, onde permaneceria por apenas duas temporadas. Em 1979, após pendurar as chuteiras de forma prematura, decidiu estudar para tornar-se treinador.

Apenas no ano de 1990, Marcelo Bielsa estrearia seu novíssimo desafio de ser técnico de futebol, mas a equipe era uma velha conhecida: o mesmo Newell’s Old Boys dos tempos de beque. Depois de três campeonatos vencidos consecutivamente, a constatação de que um promissor comandante havia surgido no futebol sul-americano.

Bielsa passou por Atlas e América, ambos do México, Vélez Sarsfield-ARG e Espanyol-ESP, até assumir o controle da Seleção Argentina, em 1998, após a saída de Daniel Passarela, que foi eliminado na Copa do Mundo de 1998, na França. No grupo albiceleste, o treinador aplicou toda sua linha ofensiva e conseguiu classificar a seleção nacional para a Copa do Mundo de 2002, disputada na Coréia e no Japão.

Porém, o mundial não é a página mais gloriosa da trajetória de Bielsa: favorito em seu grupo, que era muito equilibrado, acabou sendo eliminado ainda na primeira fase e levou para casa o rótulo de incompetente. Mesmo com os problemas na Copa, o comandante foi mantido e, em 2004, nas Olimpíadas de Atenas, “El Loco” teve mais sorte.

Com Andrés D´Alessandro e Carlitos Tevez em grande forma, a Seleção Argentina foi empilhando adversários até chegar à decisão dos Jogos Olímpicos. Diante dos também sul-americanos do Paraguai, vitória por 1 a 0, gol de Tevez, e redenção para Marcelo Bielsa.

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A experiência seguinte seria à frente da Seleção Chilena, onde chegou em 2007 e ficou até o final de 2011, sendo responsável pela notável melhora do futebol da “La Roja” e a revelação de craques como Valdívia e Alexis Sanchez. Além de classificar o Chile para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.

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