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Music Fest Slip N Fly

Agora, nos parques aquáticos sabemos que todos os toboáguas começam rápido, ou altos, e você cai diretamente em uma piscina, já em uma velocidade menor do que a qual você saiu. Então, porque não existir um toboágua que você saísse voando ao final do trajeto e ainda por cima tivesse uma grande queda em uma enorme piscina?

Sinta-se livre, sinta-se completo… O Music Fest Slip N Fly é apenas uma das diversas atrações do acampamento de verão mais procurado de Ohio (EUA). Com inscrições limitadas a apenas 100 visitantes por dia, comtempla atrações para todas as idades. Aproveite e conheça mais no site oficial http://www.ohiodreams.com.  Não é comum ver experiências de lazer tão bem estruturas e fascinantes quando o parque da Ohio Dreams.

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Gelados e pintados de branco. Futebol na neve.

O campo parecia pintado de branco, nunca tinha visto nada igual. Daria até mesmo para fazer bonecos de neve no gramado. E eu que reclamava de acordar cedo e ir jogar futebol no interior do estado durante o inverno, acho que eu estava sendo um tanto quanto fresco se comparado a esses caras. As imagens geradas neste dia entraram para a história, em um jogo comum (sem nenhum extraterrestre), os Estados Unidos derrotaram a Costa Rica por 1 a 0 pelas eliminatórias da Concacaf. As precárias condições climáticas por pouco não suspenderam o duelo disputado no Colorado, ainda bem, assim podemos apreciar um momento raro no esporte.

Clint Dempsey , aos 15 minutos do primeiro tempo, fez o gol que definiu a vitória dos americanos. Jozy Altidore bateu rasteiro da entrada da área, a bola beijou o poste direito e Dempsey, livre, completou para o gol, sob as reclamações dos costarriquenhos, que alegavam impedimento do atacante.

Lionel Extraterrestre Messi 4 x 0 Milan

Certo dia, numa galáxia distante, num planeta que ainda pouco sabemos a respeito, uma aeronave estava pronta para decolar em direção ao Planeta Terra. Com a capacidade de levar apenas um passageiro, o comandante da missão interplanetária apontou o dedo a um jovem e lhe pediu que fosse o representante da experiência. Como neste povoado todos os seres se comportam prontos para qualquer batalha e geralmente nem pensam em recusar qualquer convite que venha dos seus superiores, este jovem bateu continência, adentrou a aeronave e seguiu para um lugar que ele não fazia ideia de como era.

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 Deste lado dessa experiência inacreditável, os cientistas da Terra nunca estiveram tão desesperados atrás de evidências que os levem ao caminho reverso feito pelo extraterrestre Lionel Messi. Eles querem chegar a esta galáxia localizada num lugar tão distante a ponto de ser inimaginável. Ou pelo menos mandar uma mensagem contendo apenas um pedido aos cientistas da Instituição de Experiências em Outras Galáxias: que parem as máquinas. Mas como chegar até lá? Isso ainda é um mistério!”

Se quiser ver os gols em HD e com narração em português clique aqui.

Leia o texto completo.

 

Anderson Silva vs. Chris Weidman no UFC 162

JÁ POSSO VOLTAR A COMER NO BURGER KING! Agora com a luta anunciada de Anderson Silva no UFC 162 no dia 06 de julho em Las Vegas, só me resta torcer para que os famosos sanduíches (aqueles que tu pedia com a voz fina e ganhava um sorvete) voltem a cardápio do BK.

Anderson Silva é o campeão dos médios (até 84 kg), onde reina desde 14 de outubro de 2006. Enquanto a organização sonha com um futuro duelo com Jones Jones em novembro, a divisão do “Spider” precisa imediatamente seguir o seu rumo, já que é a única que permanece sem disputa de título marcada para 2013.

A arte de amar o futebol de várzea

Um dia, acho que em junho 2009 ou 2010, fui convidado pelo PH para jogar no Aliança Football, um pequeno time de várzea com tradição nos campos de Porto Alegre e Canoas. Jogar futebol pra mim, sempre foi diferente do que para os demais garotos, com 1 metro e 94 cm de envergadura, me tornei um goleiro de futebol, talvez a escolha mais traiçoeira de toda a minha vida. Nesta época eu tinha acabado de completar 18 anos, já havia jogado alguns campeonatos escolares e pra mim isto se parecia como apenas mais um jogo. Me lembro direitinho dos 45 minutos iniciais de jogo, apesar do zero a zero no placar, o ataque adversário arriscava chutes de todos os lugares do campo, mas para quem já jogou comigo sabe que  chutes a gol não me assustam e sim os malditos cruzamentos e bolas alçadas na área. Ao contrário do colégio, o atacante adversário não terá compaixão ou muito menos pena de você. Estes seres repulsivos denominados atacantes só tem um objetivo, o gol… O meu objetivo era claro também, evitar o gol.

Segundo tempo, 15 minutos de jogo, falta lateral na ponta da área, bola alçada a uns 2 metros e meio de altura, impossível para qualquer adversário encostar nela, como num filme ela parou no ar, esperava pelo contato com minhas luvas. Tenho 1,86 de altura, com um salto de 30 cm me faltariam não mais do que 40 cm de braços esticados para agarrar aquela maldita bola. Porém como já disse, isto aqui é futebol de várzea, o joelho daquele escroto qualquer estava armado como um flecha em minha direção, saltar com o corpo desprotegido e agarrar aquela bola com facilidade não era mais uma opção. Curvo as pernas mais alto do que ele, se alguém se machucar que seja ele, perco preciosos centímetros. A decisão tomada meio segundo atrás, para sair de debaixo dos postes não me parecia mais uma boa ideia… O tempo está passando, cerro os punhos e como num filme de Stallone disparo meus braços contra a bola, antes que pudesse toca-la aquele maldito joelho atinge minhas pernas, perco o equilíbrio e a bola bate em minhas mãos, como uma prostituta traiçoeira a bola acaba indo na direção oposta, contra o meu próprio gol. No mesmo instante olho para o homem de preto com o apito na boca, suas mãos condizem com a violência do lance. Não acredito, no meu primeiro jogo e não fui capaz de agarrar uma bola dessas tão simples. Olho para trás e vejo a bola suavemente tocar o travessão e voltar para o meio da área. Aprendi uma lição 2 segundos atrás e não iria desperdiça-la, salto violentamente e agarro aquela bola, sem chances para que joelho nenhum fosse me atrapalhar.

Final de jogo, ganhamos de 1 x 0, não lembro exatamente como foi o nosso gol. Continuo desde então defendendo as cores do time que me apresentou o futebol de várzea. Ainda tenho certos pesadelos e receios com cruzamentos na área, como alguns amigos me dizem, prefiro um pênalti do que um escanteio. Momentos bons e ruins se passaram durante estes anos, se der medo vai com medo mesmo, por meus amigos, meu time e acima de tudo pelo amor ao futebol de várzea.

Estou fora dos gramados desde outubro do ano passado.